POLÍTICA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

NITERÓI COMO PARADIGMA PARA O ENFRENTAMENTO À CRISE FLUMINENSE

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21783/rei.v12i1.988

Palavras-chave:

PCTI, ecossistemas de inovação, Niterói, Estado do Rio de Janeiro, desenvolvimento sócio-produtivo e espacial fluminense

Resumo

O artigo analisa o papel que a administração municipal de Niterói vem desempenhando no ecossistema de inovação da cidade ao longo das últimas décadas. Conduzida por um mesmo projeto político-institucional há mais de dez anos, a cidade tem consolidado sua política de ciência, tecnologia e inovação por meio de um planejamento de longo prazo, articulado ao conjunto das políticas públicas municipais. O trabalho tem como objetivo estudar o caso de Niterói à luz da literatura consolidada sobre o tema e, sob uma perspectiva normativa, lançar luz sobre o futuro do estado do Rio de Janeiro — em particular da Região Metropolitana — a partir da experiência niteroiense, que pode servir de paradigma. O estudo baseia-se em análise bibliográfica nacional e estrangeira, consulta a documentos oficiais produzidos pela gestão local e a trabalhos técnicos, bem como no uso de bases de dados secundárias provenientes de fontes oficiais nacionais e multilaterais. Os resultados apontam as condições que permitiram a Niterói se consolidar como um paradigma de desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação, a partir de sua infraestrutura física, institucional e de governança, estruturada e conduzida em grande medida pelo poder público municipal. Conclui-se que a experiência de Niterói pode servir de referência para a formulação de uma política estadual e metropolitana de ciência, tecnologia e inovação, voltada à consolidação dos ecossistemas inovadores do estado do Rio de Janeiro.

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Biografia do Autor

Edison Rodrigues Barreto Junior , UFF - Universidade Federal Fluminense

Doutor em Economia pela Universidade Sorbonne Paris Nord, mestre e bacharel em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Professor titular da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis e do Departamento de Empreendedorismo e Gestão da UFF. Professor afiliado às Universidades de Québec em Montreal (UQAM), de Québec em Outaouais (UQO) e de Ottawa (UofO). É diretor do Observatório das Américas (ODA-UQAM) e do Grupo de Pesquisa e Extensão Internacionalização e Desenvolvimento (GID-UFF-CNPq). É membro do Centro de Estudos sobre a Internacionalização e Mundialização (CEIM/UQAM) e pesquisador associado do Centro de Estudos Inter-Americanos (CEI/Universidade Laval).

Juliana da Câmara Torres Benicio, IFRJ - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro

Doutora em Engenharia de Produção, Mestre em Economia. Professora efetiva do IFRJ e Avaliadora de Ensino Superior no INEP/MEC. Secretária da Secretaria Municipal de Inovação, Ciência e Tecnologia de Niterói, escritora do livro "Política e a Vida Real". Foi coordenadora de Transferência de Tecnologia e Propriedade Intelectual do IFRJ, Coordenadora de Pesquisa, Pós Graduação e Inovação do IFRJ campus Niterói. Atuou por 15 anos como gestora educacional de grupos de educação nacionais e internacionais.

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Publicado

2026-01-03

Como Citar

Barreto Junior , E. R., & Benicio, J. da C. T. (2026). POLÍTICA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO: NITERÓI COMO PARADIGMA PARA O ENFRENTAMENTO À CRISE FLUMINENSE. REI - REVISTA ESTUDOS INSTITUCIONAIS, 12(1), 78–124. https://doi.org/10.21783/rei.v12i1.988

Edição

Seção

Dossiê