OPERACIONALIZACIÓN DEL FEDERALISMO COOPERATIVO
UNA ARQUITECTURA INSTITUCIONAL PARA LA COORDINACIÓN ESTRUCTURADA MEDIANTE DATOS
DOI:
https://doi.org/10.21783/rei.v12i1.993Palabras clave:
Federalismo Cooperativo, Bifurcación Procedimental, Infraestructura De Datos, Coordinación EstructuradaResumen
Este artículo diagnostica un trilema irreductible en el federalismo cooperativo de la Constitución brasileña de 1988: autonomía, simetría y coherencia no pueden maximizarse simultáneamente. Revela que el Supremo Tribunal Federal opera una bifurcación implícita en decisiones sobre innovaciones subnacionales, alternando entre apertura procedimental y rigidez formal sin criterios explícitos que justifiquen esta variación. Propone operacionalizar esta bifurcación a través de tres capas complementarias: estándares de justificación explícitos (legitimidad, proporcionalidad, transparencia) estructurados por infraestructura de monitoreo continuo basada en datos, ofreciendo base comparativa objetiva y reduciendo incertidumbre jurídica; protección permanente de derechos fundamentales mediante monitoreo proactivo que detecta cuando innovaciones procedimentales comprometen acceso esencial; arenas descentralizadas de coordinación negociada (CONSAD reformado, cámara de innovación federativa, comisión de derechos fundamentales) operando antes de litigio con apoyo de datos compartidos. El desplazamiento epistemológico central es que infraestructura de datos permite separar desacuerdos de valores legítimos de problemas de asimetría informativa, permitiendo que conflictos federativos ocurran con legitimidad aumentada aun cuando divergencias políticas persistan. Propone reposicionar el Tribunal en control de segundo orden: juzgando prioritariamente calidad procedimental de decisiones subnacionales y contenido subsidiariamente cuando procesos sean insuficientes. Datos compartidos equiparan asimetrías técnicas: municipios pequeños acceden a infraestructura idéntica a metrópolis. Reconociendo que operacionalización completa permanece incompleta, estructura agenda colaborativa de investigación en cinco ejes: consolidación jurisprudencial de estándares de justificación; operacionalización de la bifurcación entre mínimos redistributivos innegociables y normas procedimentales renegociables con indicadores técnicos; evaluación empírica de innovaciones institucionales; diseño institucional de arenas con prototipaje; desarrollo de sistemas de monitoreo continuo.
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